Artigo publicado como integrante do CQC de Empreendedorismo e Gestão Automatizar tarefas, melhorar a tomada de decisões, aumentar a eficiência e impulsionar a produtividade — essas são algumas das principais vantagens oferecidas pelas inteligências artificiais. Mas fica a reflexão: será que dominar o maior número possível de ferramentas de IA é, de fato, sinônimo de inovação? Levando em conta que as ferramentas de inteligência artificial foram desenvolvidas por pessoas com habilidades cognitivas diversas — capazes de criar soluções completamente inéditas no mercado, pensar em múltiplas abordagens para resolver um mesmo problema pode ser justamente onde nasce a verdadeira inovação. Ou seja, quando se fala sobre a construção de futuros plurais, reconhecer que a diversidade de estilos cognitivos - incluindo pessoas com perfis neurodivergentes – pode ser vital para a estruturação de qualquer avanço técnico é uma necessidade. Para que novas ferramentas sejam criadas, é necessário que pessoas que pensem “diferente” se reúnam e procurem formas distintas de mudar o ambiente, para que a inovação não trave. Segundo o blog cognitivo.com, cognição é o processo mental de aquisição e processamento de informações, incluindo raciocínio, memória, atenção e linguagem. De acordo com o site GPTW (Great Place to Work) a diversidade cognitiva é a diferença entre os estilos mentais de funcionamento cerebral dos indivíduos. Em contextos que a pluralidade de ideias e opiniões, geradas por pessoas com habilidades cognitivas distintas, florescem, novos caminhos para a evolução humana são trilhados. Desta forma, as empresas que possuem em seu capital humano pessoas com essa característica tornam-se espaços de diálogo e debate saudável sobre as mais diversas questões, sejam elas internas ou relacionadas a problemas sociais. Contudo, uma gama de empresas no mercado levanta a bandeira de inclusão, ignorando completamente a diversidade cognitiva. Processos seletivos que avaliam e contratam apenas
Diversidade cognitiva é o combustível da inovação
Artigo publicado como integrante do CQC de Empreendedorismo e Gestão Automatizar tarefas, melhorar a tomada de decisões, aumentar a eficiência e impulsionar a produtividade — essas são algumas das principais vantagens oferecidas pelas inteligências artificiais. Mas fica a reflexão: será que dominar o maior número possível de ferramentas de IA é, de fato, sinônimo de inovação? Levando em conta que as ferramentas de inteligência artificial foram desenvolvidas por pessoas com habilidades cognitivas
Este é um resumo do artigo original publicado no site do IBEF-ES.
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