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Empreendedorismo e Gestão CQC

Empreendedorismo feminino e a força do seu propósito

Artigo publicado como integrante do CQC de Empreendedorismo e Gestão. O empreendedorismo feminino representa muito mais do que mulheres criando negócios. É um ato de coragem, resistência e transformação social. É a forma que muitas encontram para se libertar de padrões limitantes, conquistar autonomia financeira e imprimir no mundo suas ideias, seus talentos e valores. De acordo com o Sebrae, mais de 10 milhões de brasileiras estão à frente de empreendimentos no país. Elas movem a economia, cria

Artigo publicado como integrante do CQC de Empreendedorismo e Gestão. O empreendedorismo feminino representa muito mais do que mulheres criando negócios. É um ato de coragem, resistência e transformação social. É a forma que muitas encontram para se libertar de padrões limitantes, conquistar autonomia financeira e imprimir no mundo suas ideias, seus talentos e valores. De acordo com o Sebrae, mais de 10 milhões de brasileiras estão à frente de empreendimentos no país. Elas movem a economia, criam empregos, fortalecem suas comunidades e inovam com propósito. Mas o caminho até aqui não foi — e ainda não é — simples. Mulheres empreendedoras enfrentam diversos desafios que dificultam o crescimento de seus negócios. Entre eles, destaca-se a dificuldade de acesso a crédito e capital — quando conseguem financiamentos, geralmente são submetidas a altas taxas de juros. Muitas possuem baixa escolaridade ou pouca formação em gestão, já que frequentemente iniciam seus empreendimentos por necessidade, sem preparo prévio em áreas como administração, finanças ou marketing. Além disso, acumulam múltiplas funções, enfrentando jornadas duplas ou triplas que envolvem cuidados com o negócio, a casa e a família. A falta de redes de apoio também é um obstáculo, já que networking, mentorias e parcerias são mais acessíveis aos homens. Soma-se a isso um ambiente ainda marcado pelo machismo estrutural e pela subvalorização do trabalho feminino. Por fim, muitas enfrentam dificuldades para formalizar e escalar seus negócios, que frequentemente permanecem na informalidade. Mesmo assim, elas constroem negócios resilientes, criativos e conectados com as reais necessidades da sociedade. Empreender, para elas, vai além do lucro. É sobre criar impacto. Mulheres empreendedoras tendem a investir mais em educação, saúde e bem-estar de suas famílias e comunidades. Também são mais propensas a liderar com empatia, colaboração e visão de longo prazo. Não à toa, segundo o relatório da Boston Consulting Grou

Este é um resumo do artigo original publicado no site do IBEF-ES.

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