Artigo publicado como integrante do CQC de Inovação e Tecnologia. O Espírito Santo decidiu olhar para frente com mais clareza e colocou em movimento uma diretriz pública importante: o plano ES500, com horizonte até 2035. Ele projeta um novo ciclo de desenvolvimento, com foco em sustentabilidade, integração regional, inclusão e inovação. Não é um plano setorial. Trata-se de uma visão sistêmica, na qual a tecnologia é parte inseparável dessa base. Foram definidas cinco missões prioritárias de economia diversificada e inovadora à sustentabilidade, além de três temas transversais: tecnologias emergentes, inclusão social e neutralidade de carbono, que permeiam toda a visão de futuro. Inovação e tecnologia não aparecem como metas isoladas no ES500. Elas compõem a base que sustenta a transformação da produção, conexão de territórios, planejamento de cidades e políticas públicas. Estão presentes na educação, na saúde e no fortalecimento das cadeias econômicas. O plano parte de um princípio claro: qualquer projeto de futuro precisa estar estruturado tecnologicamente — e preparado para crescer com inteligência. Esse posicionamento exige mais do que investimentos pontuais. Exige articulação entre o que é público, privado e institucional. Que cadeias produtivas absorvam os movimentos em curso, que negócios se estruturem para operar com capital e complexidade, que políticas públicas incorporem execução digital com estratégia e que a sociedade civil atue — não apenas observe — as transformações em andamento. O Espírito Santo está fazendo sua parte: o plano está em execução, e a direção está posta. A construção do ES500 envolveu escuta ativa nas 10 microrregiões do estado, conectando governo, setor produtivo, academia e sociedade civil — uma base essencial para transformar visão de longo prazo em compromisso coletivo. Nesse contexto, foi lançada a Comunidade ES500, uma plataforma digital que integra sociedade, governo e setores estratégicos em torno da construção do futuro. Um amb
Espírito Santo quer ser vitrine do futuro, mas o futuro exige estrutura
Artigo publicado como integrante do CQC de Inovação e Tecnologia. O Espírito Santo decidiu olhar para frente com mais clareza e colocou em movimento uma diretriz pública importante: o plano ES500, com horizonte até 2035. Ele projeta um novo ciclo de desenvolvimento, com foco em sustentabilidade, integração regional, inclusão e inovação. Não é um plano setorial. Trata-se de uma visão sistêmica, na qual a tecnologia é parte inseparável dessa base. Foram definidas cinco missões prioritárias de econ
Este é um resumo do artigo original publicado no site do IBEF-ES.
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