O capital invisível que sustenta qualquer tipo de investimento é a confiança. Desde o início das relações comerciais, com registros manuais em livros, até as grandes corporações modernas, com registros em ERP, a confiança nas informações financeiras sempre foi um dos pilares essenciais para realizar a movimentação de capital. No século XV, a contabilidade surgiu em meio à necessidade de registrar e mensurar com clareza as movimentações e o desempenho de uma atividade econômica. Alguns séculos depois, surgiu a auditoria independente como uma forma de assegurar a veracidade e atribuir confiabilidade às informações registradas por meio da contabilidade. Com os passar do anos, mais do que comunicar as transações financeiras e cumprir com as obrigações legais, a contabilidade ganhou atribuições de uma ferramenta estratégica, que orienta decisões e posiciona empresas no mercado, sendo base para análise do desempenho empresarial no mundo inteiro. Quando submetidas à auditoria independente, as informações contábeis ganham ainda mais relevância, já que contribuem para o desenvolvimento de estratégias de mercado que respondem às demandas de cada setor. Sabe-se que em um mercado cada vez mais criterioso e exigente, possuir vantagens como créditos e financiamentos com taxas mais competitivas e aumento no valuation são diferenciais. Esses fatores, que ganham destaque como diferenciais na tomada de decisão de um investimento de terceiros, são consequências diretas de uma cultura organizacional na qual a auditoria contábil é relevante – construída, é claro, sobre o alicerce de uma contabilidade organizada e estruturada. Para além dos impactos financeiros, a auditoria serve como ferramenta para identificar, controlar e mitigar riscos operacionais, ineficiências e,até mesmo, esperdícios que ocorrem dentro dos processos internos de uma empresa. Dessa forma, sinaliza a maturidade e pode proporcionar melhorias na eficiência operacional. No imaginário de muitos empresários, a auditoria
Empresas auditadas são mais atraentes para investidores?
O capital invisível que sustenta qualquer tipo de investimento é a confiança. Desde o início das relações comerciais, com registros manuais em livros, até as grandes corporações modernas, com registros em ERP, a confiança nas informações financeiras sempre foi um dos pilares essenciais para realizar a movimentação de capital. No século XV, a contabilidade surgiu em meio à necessidade de registrar e mensurar com clareza as movimentações e o desempenho de uma atividade econômica. Alguns séculos de
Este é um resumo do artigo original publicado no site do IBEF-ES.
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