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Saúde e Bem-Estar Notícia

Conecta Mulher promove reflexão sobre exaustão silenciosa e saúde mental feminina

Conecta Mulher promove reflexão sobre exaustão silenciosa e saúde mental feminina

O IBEF-ES realizou mais uma edição do Conecta Mulher, encontro criado para fortalecer conexões e abrir espaço para reflexões sobre temas relevantes do universo feminino. Desta vez, o debate teve como tema “Exaustão Silenciosa: A Conta que Ninguém Audita”, propondo uma conversa sensível e necessária sobre o custo emocional e mental que, muitas vezes, não aparece nos relatórios, mas impacta diretamente decisões, equipes e resultados. A abertura do evento foi conduzida por Paulo Wanick, presidente

O IBEF-ES realizou mais uma edição do Conecta Mulher, encontro criado para fortalecer conexões e abrir espaço para reflexões sobre temas relevantes do universo feminino. Desta vez, o debate teve como tema “Exaustão Silenciosa: A Conta que Ninguém Audita”, propondo uma conversa sensível e necessária sobre o custo emocional e mental que, muitas vezes, não aparece nos relatórios, mas impacta diretamente decisões, equipes e resultados. A abertura do evento foi conduzida por Paulo Wanick, presidente do Conselho de Administração do IBEF-ES, que ressaltou a importância de ampliar cada vez mais a participação masculina em discussões como essa. Segundo ele, o tema precisa ser tratado de forma coletiva e com o envolvimento de toda a sociedade. Na sequência, Francis Ferrari, diretora executiva operacional da entidade, apresentou o instituto às convidadas e destacou a relevância de debater os desafios mais invisíveis da liderança contemporânea. O bate-papo foi mediado por Gisélia Freitas, diretora de Pessoas, Cultura e Diversidade do instituto, e reuniu Flávia da Veiga, fundadora da BeHappier, Catia Horsts, diretora de Mercado e fundadora da Rhopen, e Bartira Almeida, fundadora e presidente do Instituto Ponte. O encontro também contou com a participação de Lorena Depizol, da Findes, que reforçou que falar sobre mulher é falar sobre força, liderança e inovação, mas também sobre desafios, conexão e reflexão. Ao conduzir o debate, Gisélia levantou uma pergunta central: por que tantas pessoas estão adoecendo? A partir dessa provocação, as participantes compartilharam vivências pessoais e profissionais sobre saúde mental, culpa, cobrança, excesso de responsabilidades e a dificuldade de impor limites. Bartira Almeida trouxe uma fala marcada pela sinceridade ao afirmar que aprendeu a fazer escolhas mais conscientes para preservar sua energia. Segundo ela, foi preciso entender que não é possível mudar o mundo inteiro, mas é possível começar por si mesma. Também destacou a importância d

Este é um resumo do artigo original publicado no site do IBEF-ES.

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