Artigo publicado como integrante do CQC de Economia e Finanças. O termo “jogo” é muito familiar a muitas pessoas. Todos os dias nas redes sociais ou em programas de televisão são veiculadas reportagens sobre jogos de futebol, basquete, vôlei e até mesmo jogos de azar, como nova onda das bets. Da mesma forma, é difícil encontrar uma pessoa que pelo menos uma vez na vida não tenha experimentado jogar xadrez, dama ou mesmo baralho. O termo jogo, no contexto econômico, deixa de ser associado a lazer para se tornar uma importante ferramenta de análise econômica.Inúmeras situações podem ser tratadas como um jogo, da forma como é conhecido popularmente. Suponha que num determinado bairro exista apenas uma padaria, e você, por exemplo, pretende explorar também este negócio. Assim, na decisão de entrar no mercado de padaria, você pode dar início a uma verdadeira guerra de preços, já que a outra pessoa que até então monopoliza o segmento naquela região tentará manter sua posição, podendo, portanto, baixar preços para inviabilizar o acesso do concorrente. Pensando nisso, até que ponto vale a pena você entrar nesse mercado? Esse é apenas um exemplo de situação econômica, dentre vários outros possíveis, que podem ser analisados de acordo com a “teoria dos jogos”.A “teoria dos jogos” pode ser definida como o estudo das decisões em situações de interação. Embora originada na matemática, não se restringe a ela, sendo também bastante utilizada em economia, ciência política, sociologia, estratégia militar, dentre outras. Trata-se de um modelo teórico que descreve as interações entre agentes racionais em contexto de interdependência, muito útil para analisar cenários de competição ou cooperação. Em termos práticos, funciona como um instrumento para entender qual a melhor estratégia possível diante de múltiplos interesses dos jogadores. No campo das finanças e dos negócios, a teoria pode ser aplicada de forma altamente benéfica. Quando bem utilizada, permite modelar o comportamento est
Teoria dos jogos e economia: você está jogando bem?
Artigo publicado como integrante do CQC de Economia e Finanças. O termo “jogo” é muito familiar a muitas pessoas. Todos os dias nas redes sociais ou em programas de televisão são veiculadas reportagens sobre jogos de futebol, basquete, vôlei e até mesmo jogos de azar, como nova onda das bets. Da mesma forma, é difícil encontrar uma pessoa que pelo menos uma vez na vida não tenha experimentado jogar xadrez, dama ou mesmo baralho. O termo jogo, no contexto econômico,…
Este é um resumo do artigo original publicado no site do IBEF-ES.
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