Artigo publicado como integrante do CQC de Inovação e Tecnologia. Todos os anos, milhares de startups são criadas no Brasil, mas apenas uma pequena parte sobrevive aos primeiros anos – e menos ainda consegue escalar. O problema não está na falta de boas ideias, e sim na ausência de estrutura capaz de sustentar a inovação que desenvolvem. Todos os anos, milhares de startups são criadas no Brasil, mas apenas uma pequena parte sobrevive aos primeiros anos — e menos ainda consegue escalar. O problema não está na falta de boas ideias, e sim na ausência de estrutura capaz de sustentar a inovação que desenvolvem. O custo de desenvolver tecnologia é alto, e quase sempre esse custo recai sobre o caixa da própria empresa. Salários, consultorias, softwares, protótipos, estrutura técnica, dedicação dos sócios. Tudo isso consome capital antes mesmo de entrar receita. O que muita gente ainda não percebeu é que já existe capital estratégico disponível, pensado justamente para esse momento. Recursos públicos que cobrem despesas reais de empresas que estão desenvolvendo, testando ou validando soluções inovadoras. E não se trata de qualquer incentivo. Recurso disponível para custear folha de equipe técnica, contratação de especialistas, remuneração de sócios executores, aquisição de softwares ou implantação da estrutura que viabiliza a operação. O Edital Nova Economia Capixaba, da FAPES, é um exemplo concreto dessa lógica. São R$ 40 milhões em recursos públicos não reembolsáveis, com até R$ 3 milhões por projeto. O foco é claro: apoiar empresas que estejam criando soluções com base sólida em tecnologia e inovação. A proposta é simples e pragmática: usar capital público para resolver problemas concretos e ativar impacto econômico real. Apesar disso, muitos negócios ainda deixam esse tipo de oportunidade passar. A distância entre o capital e quem dele precisa permanece significativa, em grande parte pela falta de clareza sobre o que pode — e vale a pena — ser financiado. Além disso, mu
O capital que sustenta a inovação de verdade
Artigo publicado como integrante do CQC de Inovação e Tecnologia. Todos os anos, milhares de startups são criadas no Brasil, mas apenas uma pequena parte sobrevive aos primeiros anos – e menos ainda consegue escalar. O problema não está na falta de boas ideias, e sim na ausência de estrutura capaz de sustentar a inovação que desenvolvem. Todos os anos, milhares de startups são criadas no Brasil, mas apenas uma pequena parte sobrevive aos primeiros anos — e menos ainda…
Este é um resumo do artigo original publicado no site do IBEF-ES.
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