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Empreendedorismo e Gestão Institucional

Manifesto sobre a estabilidade das instituições brasileiras e o Estado de direito

O INSTITUTO BRASILEIRO DE EXECUTIVOS DE FINANÇAS – IBEF, por meio de suas 11 Seccionais espalhadas pelo território brasileiro congregando mais de 6.000 executivos e empresários de diversos setores da economia, reunidas em seu Conselho Diretor Nacional / CDN – IBEF, vem a público manifestar sua preocupação com os recentes acontecimentos, amplamente noticiados, envolvendo integrantes do Supremo Tribunal Federal e reafirmar seu compromisso permanente com a Democracia, o Estado de Direito e a Estabi

O INSTITUTO BRASILEIRO DE EXECUTIVOS DE FINANÇAS – IBEF, por meio de suas 11 Seccionais espalhadas pelo território brasileiro congregando mais de 6.000 executivos e empresários de diversos setores da economia, reunidas em seu Conselho Diretor Nacional / CDN – IBEF, vem a público manifestar sua preocupação com os recentes acontecimentos, amplamente noticiados, envolvendo integrantes do Supremo Tribunal Federal e reafirmar seu compromisso permanente com a Democracia, o Estado de Direito e a Estabilidade das Instituições da República.A confiança na Justiça, a previsibilidade das decisões e a integridade dos Poderes constituídos não são temas alheios à atividade econômica. Ao contrário, constituem condições essenciais para o desenvolvimento sustentável do País. Investimentos de longo prazo, geração de emprego e renda, e o próprio funcionamento ordenado dos mercados dependem de um ambiente institucional sólido, transparente, previsível e confiável. Episódios que fragilizem essa confiança repercutem, portanto, muito além do debate público: alcançam o cotidiano de quem decide investir, contratar e planejar o futuro no Brasil.O IBEF entende que instituições fortes se distinguem, entre outros atributos, pela capacidade de se autoexaminar com transparência, sem se furtar ao legítimo escrutínio público e sem comprometer o funcionamento regular e independente dos Poderes. Nesse espírito, o Instituto associa-se ao apelo já manifestado por diversas entidades da sociedade civil, da advocacia e do próprio Judiciário para que os fatos sejam devidamente esclarecidos de forma célere, transparente e imparcial, com pleno respeito ao devido processo legal, ao contraditório e às garantias constitucionais.Defendemos, igualmente, que o diálogo institucional entre os Poderes prevaleça sobre o confronto e que a serenidade, a responsabilidade e a moderação orientem as manifestações de todas as autoridades. Não porque as divergências deixem de importar, de serem legitimas ou relevantes, mas por

Este é um resumo do artigo original publicado no site do IBEF-ES.

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