Artigo publicado como integrante do CQC de Inovação e Tecnologia. R$ 50 milhões movimentados em rodadas de negócios. Startups vindas de todos os estados brasileiros. Três dias de intensa programação em praça pública, onde a inteligência coletiva se encontrou com o calor do território. O ESX deixou de ser apenas um evento – tornou-se uma plataforma. Um exemplo vivo de como um Estado pode, com intencionalidade e estrutura, assumir o papel de polo nacional de inovação e negócios. O que se viu na edição de 2025 não foi apenas uma feira com palco e startups. Foi a consolidação de uma estratégia articulada, onde governo, hubs, empresas e empreendedores compartilham mais do que espaço — compartilham visão. Do ESX à nova agência Investe ES, passando pelo plano ES-500, o Espírito Santo vem fazendo o que muitos territórios ainda evitam: dar forma institucional à ambição inovadora. E isso reposiciona o papel do Estado na inovação. Porque inovação, sem ambiência, é discurso. O que sustenta ecossistemas não é a agenda de um dia, mas a costura que se faz entre os atores certos, com clareza de papéis e compromissos de longo prazo. O Espírito Santo acerta ao criar espaços que não apenas exibem tecnologia, mas provocam encontros, negociam futuro e alinham capital com propósito. É essa arquitetura — feita de escolha pública, incentivo privado e curadoria séria — que transforma eventos em plataformas de desenvolvimento econômico. Iniciativas como essa mostram que a integração intencional de lideranças e atores estratégicos — mesmo em formatos locais ou com menor escala — é um caminho eficiente para fortalecer economias, atrair investimentos e acelerar a maturidade dos territórios. Quando o ambiente se organiza em torno de um propósito, a inovação deixa de ser narrativa e passa a ser prática. É essa virada institucional que permite ao Espírito Santo deixar de acompanhar a inovação e passar a conduzi-la com estrutura, coerência e visão de longo prazo. Cabe agora às lideranças — públicas
Inovação com CEP: o que o Espírito Santo ensina sobre ambiência e visão de longo prazo
Artigo publicado como integrante do CQC de Inovação e Tecnologia. R$ 50 milhões movimentados em rodadas de negócios. Startups vindas de todos os estados brasileiros. Três dias de intensa programação em praça pública, onde a inteligência coletiva se encontrou com o calor do território. O ESX deixou de ser apenas um evento – tornou-se uma plataforma. Um exemplo vivo de como um Estado pode, com intencionalidade e estrutura, assumir o papel de polo nacional de inovação e negócios. O que se…
Este é um resumo do artigo original publicado no site do IBEF-ES.
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