Artigo publicado como integrante do CQC de Inovação e Tecnologia. O desafio de conectar a academia às empresas é tão conhecido e persistente que acabou reconhecido como gargalo no Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do Espírito Santo (PCTI-ES). Divulgado em março de 2026 pela Secretaria da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti) do Espírito Santo, o plano tem como objetivo consolidar a ciência, a tecnologia e a inovação como grandes vetores de transformação econômica, social e ambiental. Com esse foco, estabeleceu eixos estratégicos que enfrentam desafios como o distanciamento entre ciência e inovação, marcado pela reduzida inserção de mestres e doutores em projetos de inovação tecnológica, especialmente no setor privado e em regiões fora dos grandes centros. Mesmo antes do plano, já se reconhecia a dificuldade da academia em aplicar o conhecimento dentro das empresas, aumentando o distanciamento do estado da arte da inovação: termo usado pela academia para descrever o que há de mais recente, avançado em termos de tecnologias, processos, modelos de negócios ou soluções criativas disponíveis no mercado ou na academia mundial atual. Além disso, o desafio de conexão entre empresas e academias não é por falta de recursos, pois existem linhas federais e estaduais para apoiar projetos desse tipo, como os programas da Fapes ou os editais da Finep e da Embrapii. Porém, o PCTI-ES reconhece que o uso desses recursos poderia ser maior e até estabelece metas de aumento da participação capixaba nas linhas federais, a exemplo das Metas 3 e 4, que buscam dobrar a participação do estado nas operações reembolsáveis do BNDES e da Finep entre 2030 e 2035. Além de fomentar a criação de projetos e redes colaborativas de pesquisa e inovação orientadas por temas e demandas estratégicas, promovendo a articulação entre ICT (Instituições de Ciência e Tecnologia) e empresas, o plano tem como Sexto eixo a Transformação digital, empreendedorismo e inovação. Ne
Como aproximar academia e empresas capixabas
Artigo publicado como integrante do CQC de Inovação e Tecnologia. O desafio de conectar a academia às empresas é tão conhecido e persistente que acabou reconhecido como gargalo no Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação do Espírito Santo (PCTI-ES). Divulgado em março de 2026 pela Secretaria da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional (Secti) do Espírito Santo, o plano tem como objetivo consolidar a ciência, a tecnologia e a inovação como grandes vetores de transformação eco
Este é um resumo do artigo original publicado no site do IBEF-ES.
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