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Economia e Finanças Institucional

Carta do Economista - Outubro 2025

Introdução Outubro foi um mês de ajustes e reposicionamento na economia global e nacional. No cenário internacional, Estados Unidos e China avançaram em um acordo de cooperação econômica, reduzindo tensões comerciais e indicando uma fase de maior estabilidade nas relações globais. Autoridades norte-americanas também iniciaram diálogos sobre revisão de tarifas bilaterais com diversos parceiros, incluindo o Brasil, o que favoreceu o ambiente de negócios e as expectativas de recuperação das cadeias

Introdução Outubro foi um mês de ajustes e reposicionamento na economia global e nacional. No cenário internacional, Estados Unidos e China avançaram em um acordo de cooperação econômica, reduzindo tensões comerciais e indicando uma fase de maior estabilidade nas relações globais. Autoridades norte-americanas também iniciaram diálogos sobre revisão de tarifas bilaterais com diversos parceiros, incluindo o Brasil, o que favoreceu o ambiente de negócios e as expectativas de recuperação das cadeias produtivas. No plano doméstico, as projeções de crescimento foram revisadas positivamente e o comportamento do crédito, mesmo com juros elevados, passou a ser acompanhado de perto, indicando resiliência econômica e desafios para a política monetária. Fatos econômicos de outubro e impactos para a economia capixaba O relatório de outubro do Fundo Monetário Internacional apontou que, mesmo com a taxa Selic mantida em 15%, o crédito bancário no Brasil continua crescendo. O avanço é impulsionado pela expansão das fintechs e pelo aumento da renda, refletindo resiliência no consumo principalmente pela expansão do crédito ao trabalhador. Esse movimento mostra a vitalidade do sistema financeiro, mas exige atenção à sustentabilidade do endividamento e à qualidade do crédito. Para o Espírito Santo, onde o cooperativismo financeiro e as instituições regionais de crédito têm papel importante, o cenário abre oportunidades para ampliar o acesso a financiamento e estimular pequenas e médias empresas locais. O Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial projetaram crescimento global de 3,2% em 2025 e 3,1% em 2026, em um ambiente ainda sujeito a riscos geopolíticos e ao avanço de políticas industriais nacionais. A projeção para o Brasil foi revisada para 2,4%, superando a média da América Latina de 2,3%, conforme a Agência Brasil. O desempenho superior do país na região reflete o impulso fiscal dado pelo governo e dinamismo dos setores exportadores e de serviços, mostrando resiliência ao

Este é um resumo do artigo original publicado no site do IBEF-ES.

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